segunda-feira, 18 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Enquanto isso, todas as pessoas continuam gritando, pedindo pra serem ouvidas. Não são diferente delas assim. Sou pior, talvez. Hipócrita e repulsiva. Como posso querer criticá-las se sou tão pior? Não deveria. Não poderia. As pessoas não querem se ouvir. Tudo isso porque eu não quero ouví-las. Queria ficar sozinha... em qualquer fim de mundo bem longe daqui.
Nada do que as pessoas digam vai conseguir parar o que eu sinto agora. Tudo acabou... dentro de mim. É só questão de tempo para que isso vire uma grande merda.
Eu não quero ouvir... e não quero saber se as pessoas têm algo a dizer. Talvez eu precisasse ser ouvida... mas eu também já não quero mais falar.
Odeio tanto... e sinceramente... eu não sei o que dói mais.
Nada do que as pessoas digam vai conseguir parar o que eu sinto agora. Tudo acabou... dentro de mim. É só questão de tempo para que isso vire uma grande merda.
Eu não quero ouvir... e não quero saber se as pessoas têm algo a dizer. Talvez eu precisasse ser ouvida... mas eu também já não quero mais falar.
Odeio tanto... e sinceramente... eu não sei o que dói mais.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
kuroi namida.
...por mais que eu não queira. É impossível não pensar a respeito... Pensar... só isso deixa tudo muito mais vago. Por quê? Nunca chego a conclusão alguma. O máximo que consigo é criar mais questões inúteis dentro de mim.
Aquilo que eu não deveria nunca sentir. Mas eu sinto.
Nunca admitiria, nunca. Mas quase admito...
Entregar-se aos poucos... deixar-se envolver... mas dizer à si mesmo: "sou apenas meu!"
Por orgulho... por receio. Por um mero capricho de um ego ferido.
Por um simples descaso do destino. Ele não se importa. Tampouco você o faz.
Não o faço também... mas não por orgulho. Deixei de ser orgulhosa. Deixei a vaidade de lado e tentei ser ao máximo sóbria.
E tudo isso para não acabar fugindo e me escondendo em qualquer outro mundo.
Mas eu sempre fujo. Sempre. Mesmo que eu não queira. Sempre fujo, sempre me escondo. Sempre minto dizendo que não está acontecendo nada.
Mas está. No fundo está e todas as pessoas sabem disso.
O que acontece é que eu não consigo ser sincera comigo mesma e dizer: "hey... afinal... as coisas são assim e ponto."
Eu nunca poderia fazer isso. Nunca admitiria. Meus principais erros que o mundo todo conhece, mas não diz.
As pessoas se calam por mera falta de interesse.
Por que eu deveria me interessar pelos outros, então?
Tento aprender, todos os dias, a não ser tão egoísta....
Impossível...
Quando eu vejo, perco o controle de vez e permito que tudo se dissolva em lágrimas... admitindo minhas fragilidades também. Que eu detestaria que qualquer ser humano descobrisse.
No fundo, todos sabem. Só fingem não saber. Fingem não ver.
Mas eu estou aqui. Eu sempre estive.
Chegará um dia em que não estarei mais.
E então... será mais outro adeus. E eu não terei dito palavra alguma.
Como todas as histórias do passado que nunca tiveram um fim.
Nada foi dito, mas... o fim é tão palpável. Eu vejo. Eu sinto.
Droga. =/
//Anna tsuchiya - rose.
Aquilo que eu não deveria nunca sentir. Mas eu sinto.
Nunca admitiria, nunca. Mas quase admito...
Entregar-se aos poucos... deixar-se envolver... mas dizer à si mesmo: "sou apenas meu!"
Por orgulho... por receio. Por um mero capricho de um ego ferido.
Por um simples descaso do destino. Ele não se importa. Tampouco você o faz.
Não o faço também... mas não por orgulho. Deixei de ser orgulhosa. Deixei a vaidade de lado e tentei ser ao máximo sóbria.
E tudo isso para não acabar fugindo e me escondendo em qualquer outro mundo.
Mas eu sempre fujo. Sempre. Mesmo que eu não queira. Sempre fujo, sempre me escondo. Sempre minto dizendo que não está acontecendo nada.
Mas está. No fundo está e todas as pessoas sabem disso.
O que acontece é que eu não consigo ser sincera comigo mesma e dizer: "hey... afinal... as coisas são assim e ponto."
Eu nunca poderia fazer isso. Nunca admitiria. Meus principais erros que o mundo todo conhece, mas não diz.
As pessoas se calam por mera falta de interesse.
Por que eu deveria me interessar pelos outros, então?
Tento aprender, todos os dias, a não ser tão egoísta....
Impossível...
Quando eu vejo, perco o controle de vez e permito que tudo se dissolva em lágrimas... admitindo minhas fragilidades também. Que eu detestaria que qualquer ser humano descobrisse.
No fundo, todos sabem. Só fingem não saber. Fingem não ver.
Mas eu estou aqui. Eu sempre estive.
Chegará um dia em que não estarei mais.
E então... será mais outro adeus. E eu não terei dito palavra alguma.
Como todas as histórias do passado que nunca tiveram um fim.
Nada foi dito, mas... o fim é tão palpável. Eu vejo. Eu sinto.
Droga. =/
//Anna tsuchiya - rose.
terça-feira, 29 de maio de 2007
And now she is gone...
Deep in pain... she is so far...
...gritando e implorando para que eu não tenha que ver as mesmas cenas novamente. Um único ato e eu me jogaria. Lançaria meu corpo para a morte...e quem sabe talvez meu espírito pudesse voar longe... Eu desejei tanto poder alçar vôo algum tempo atrás... hoje não sei o que realmente desejo. Não sei se procuro algo ainda. Talvez o tempo tenha me tornado fria o suficiente para que eu não tenha mais sonhos. Ou vontades. Tudo isso agora me parece tão distante...
Se algum dia tive tudo isso, provavelmente foi há muito tempo atrás... já não consigo me lembrar de mais nada. Nada. Absolutamente nada. É somente isto que eu vejo agora: o nada invadindo minhas veias e sugando minha "vida". Meu coração ainda bate porque tem que bater. Eu respiro por ser um ato habitual. Eu ando, levanto da cama, faço tudo o que deve ser feito... porque é assim que tem que ser. Entende? Eu simplesmente perdi a vontade de fazer tudo do meu jeito. Perdi a vontade de tentar lutar contra as coisas que eu considero injustas. Perdi... como se fosse um objeto qualquer. Perdi como se perde chaves, botões, presilhas... Essas chaves nunca me trariam de volta pra casa. Os botões nunca segurariam minhas "roupas internas" para que eu não me sentisse como agora. Nua. Despida e envergonhada. As presilhas... já não me servem para nada... larguei a vaidade que me era permitida ter. Meu cabelo é tão seco e tão sem brilho quanto eu. Meus olhos são míopes. Quase cegos. Não reclamo, estou feliz com a forma que eu vejo tudo...
O mundo. Ele te faz cobranças. Não importa se você está preparado ou não. Não importa se você quer ou não. Não importa. Ele só vai fazer tudo conforme a vontade própria dele. Mas ele... tem vida? Vida... que diabos é a vida? Já não tenho coragem de criticá-la e tentar ver meus próprios erros para, talvez, poder corrigí-los.
Se agora me sinto assim... talvez amanhã, junto com minha inconstância toda, eu possa me sentir melhor... afinal de contas... tudo isso é e sempre será passageiro. Como tudo sempre foi na "vida". Eu nunca me senti no direito de ter algo. Eu queria poder acreditar nisso. Ter algo e poder chamar de "meu". Não tenho esse direito. Não há nada que me pertença realmente... as pessoas... elas são do mundo. Eu não sou minha, sou do mundo também. As coisas... são apenas... matéria... para mim, não tem valor algum... pedaços de papel não vão preencher o vazio todo que eu sinto dentro de mim. Todos os outros seres vivos sempre vão perecer. Como eu. Como as outras pessoas. Se tudo morre, existirá algo infinito? Algumas pessoas provavelmente me diriam que o infinito é deus. Ou o universo. Ou o tempo. Ou qualquer merda parecida...
Mas... minha fé... ela já não existe mais. O universo... está em constante movimento, mas eu não o vejo se mover... O tempo... meu tempo é escasso... e ainda assim, tenho todo o tempo do mundo... mas não para mim. Não para que eu possa me dedicar à algo profundamente. Dedicar-me à vida? Viver sem um motivo... não seria errado? Então talvez eu não mereça estar aqui. Estar por estar, continuar por continuar... Todas as pessoas esperam sempre ouvir: "fica comigo... não vá embora."... como eu também esperei um dia. Acredito que se as pessoas soubessem lutar melhor por tudo aquilo que verdadeiramente amam, elas estariam bem. Mas isso... ah, minha cara lennavan... é só utopia. As pessoas já não amam mais. Não da forma como me parece ser correta. Mas... isso é apenas um ponto de vista meu. Não interessa aos outros porque é o meu modo de amar. O meu modo de agir e pensar. Correto e errado... isso não interessa à ninguém. De que adianta se sacrificar pelos outros... se ninguém nunca se sacrificaria por você? É sempre tão bonito teoricamente... Mas... por que lutar? Por que ainda continuar com algo que dói? Por que continuar em algo... que sempre esteve perdido? Por quê? Não quero começar com questões e indagações que nunca terão algum tipo de resposta. A resposta que as pessoas esperam... são mentiras. Elas não querem ouvir as verdades porque... verdades doem também. Elas querem uma mentira que faça com que elas se sintam bem. Talvez fosse isso que eu estivesse procurando há muito tempo atrás... Não é o que eu quero hoje. Mas... verdades... por mais que eu quisesse, nunca conseguiria obtê-las.
Se hoje choro, meu querido... é porque ainda tenho lágrimas o suficiente pra continuar a sofrer. E isso... eu não quero mais...
Eu sei que eu sou covarde... mas não pense nunca que eu não tentei. Eu tentei. E falhei muitas vezes... mas... se eu não falhasse e caísse tanto... eu não seria isso que eu sou hoje... por mais que ser quem eu sou às vezes me incomode...
...
...gritando e implorando para que eu não tenha que ver as mesmas cenas novamente. Um único ato e eu me jogaria. Lançaria meu corpo para a morte...e quem sabe talvez meu espírito pudesse voar longe... Eu desejei tanto poder alçar vôo algum tempo atrás... hoje não sei o que realmente desejo. Não sei se procuro algo ainda. Talvez o tempo tenha me tornado fria o suficiente para que eu não tenha mais sonhos. Ou vontades. Tudo isso agora me parece tão distante...
Se algum dia tive tudo isso, provavelmente foi há muito tempo atrás... já não consigo me lembrar de mais nada. Nada. Absolutamente nada. É somente isto que eu vejo agora: o nada invadindo minhas veias e sugando minha "vida". Meu coração ainda bate porque tem que bater. Eu respiro por ser um ato habitual. Eu ando, levanto da cama, faço tudo o que deve ser feito... porque é assim que tem que ser. Entende? Eu simplesmente perdi a vontade de fazer tudo do meu jeito. Perdi a vontade de tentar lutar contra as coisas que eu considero injustas. Perdi... como se fosse um objeto qualquer. Perdi como se perde chaves, botões, presilhas... Essas chaves nunca me trariam de volta pra casa. Os botões nunca segurariam minhas "roupas internas" para que eu não me sentisse como agora. Nua. Despida e envergonhada. As presilhas... já não me servem para nada... larguei a vaidade que me era permitida ter. Meu cabelo é tão seco e tão sem brilho quanto eu. Meus olhos são míopes. Quase cegos. Não reclamo, estou feliz com a forma que eu vejo tudo...
O mundo. Ele te faz cobranças. Não importa se você está preparado ou não. Não importa se você quer ou não. Não importa. Ele só vai fazer tudo conforme a vontade própria dele. Mas ele... tem vida? Vida... que diabos é a vida? Já não tenho coragem de criticá-la e tentar ver meus próprios erros para, talvez, poder corrigí-los.
Se agora me sinto assim... talvez amanhã, junto com minha inconstância toda, eu possa me sentir melhor... afinal de contas... tudo isso é e sempre será passageiro. Como tudo sempre foi na "vida". Eu nunca me senti no direito de ter algo. Eu queria poder acreditar nisso. Ter algo e poder chamar de "meu". Não tenho esse direito. Não há nada que me pertença realmente... as pessoas... elas são do mundo. Eu não sou minha, sou do mundo também. As coisas... são apenas... matéria... para mim, não tem valor algum... pedaços de papel não vão preencher o vazio todo que eu sinto dentro de mim. Todos os outros seres vivos sempre vão perecer. Como eu. Como as outras pessoas. Se tudo morre, existirá algo infinito? Algumas pessoas provavelmente me diriam que o infinito é deus. Ou o universo. Ou o tempo. Ou qualquer merda parecida...
Mas... minha fé... ela já não existe mais. O universo... está em constante movimento, mas eu não o vejo se mover... O tempo... meu tempo é escasso... e ainda assim, tenho todo o tempo do mundo... mas não para mim. Não para que eu possa me dedicar à algo profundamente. Dedicar-me à vida? Viver sem um motivo... não seria errado? Então talvez eu não mereça estar aqui. Estar por estar, continuar por continuar... Todas as pessoas esperam sempre ouvir: "fica comigo... não vá embora."... como eu também esperei um dia. Acredito que se as pessoas soubessem lutar melhor por tudo aquilo que verdadeiramente amam, elas estariam bem. Mas isso... ah, minha cara lennavan... é só utopia. As pessoas já não amam mais. Não da forma como me parece ser correta. Mas... isso é apenas um ponto de vista meu. Não interessa aos outros porque é o meu modo de amar. O meu modo de agir e pensar. Correto e errado... isso não interessa à ninguém. De que adianta se sacrificar pelos outros... se ninguém nunca se sacrificaria por você? É sempre tão bonito teoricamente... Mas... por que lutar? Por que ainda continuar com algo que dói? Por que continuar em algo... que sempre esteve perdido? Por quê? Não quero começar com questões e indagações que nunca terão algum tipo de resposta. A resposta que as pessoas esperam... são mentiras. Elas não querem ouvir as verdades porque... verdades doem também. Elas querem uma mentira que faça com que elas se sintam bem. Talvez fosse isso que eu estivesse procurando há muito tempo atrás... Não é o que eu quero hoje. Mas... verdades... por mais que eu quisesse, nunca conseguiria obtê-las.
Se hoje choro, meu querido... é porque ainda tenho lágrimas o suficiente pra continuar a sofrer. E isso... eu não quero mais...
Eu sei que eu sou covarde... mas não pense nunca que eu não tentei. Eu tentei. E falhei muitas vezes... mas... se eu não falhasse e caísse tanto... eu não seria isso que eu sou hoje... por mais que ser quem eu sou às vezes me incomode...
...
domingo, 27 de maio de 2007
Oh castitatis Lilium....
Como quando você começa a se entregar aos poucos, inconscientemente... Fazia tempos que eu não sentia isso. Esse rubor queimar em meu rosto, quente... aqui dentro... ora dispara, ora parece morrer... Essa vergonha ingênua que há tempos eu não sabia mais o que era. Eu me sinto viva... mas é como se eu já estivesse morta há tempos e essa sensação fosse apenas algo passageiro... eu sei... vai acabar logo. E pra sempre.... e eu me sentirei morta novamente. Vai acabar... toda essa vontade de querer respirar viva novamente...
---------------------------------------
28/05 - às 3:00pm
"Tragando minha vida aos poucos, tento escrever versos. Indignos. Talvez esteja procurando algum tipo de redenção, talvez somente procurando meu próprio fim. Então a morte fraqueja ao procurar algum tipo de resistência em mim, ela não sabe que a há muito tempo eu a venho esperando, eu já estava morta antes mesmo que ela desejasse me tocar. Estou entregue à maldição. Se hoje escrevo tormentos, um dia tive amor, não os nego em minha essência: nasci morta. Sempre estive condenada. Minhas palavras tortas vagueiam entre a fumaça, eu sempre estive perdida também. Contemplando esses sentimentos, hoje me entrego à solidão. Não tenho pelo que procurar. A caneta se recusa a escrever meus gritos... sempre tão internos quanto o meu riso, porta de escape das minhas insanidades.
Entrego meu corpo ao demônio, não tenho salvação. Antes a sobriedade pudesse invadir meu pensamento... não escreveria coisas assim...
Eu estou fria.
Traço teu rosto no nada, pudera eu beijá-lo, para que nunca eu tivesse que amaldiçoá-lo.
Entorpecida? Sou eu a droga que te consome... a brasa que queima em teu peito, faz tremer teu corpo...
Eu nunca estive tão a sós com minha mente, no entanto, não a ouço. Ela pede para que eu pare, mas não posso. Se me entrego ao vício é devido à podridão do meu caráter. Nunca tive tanta certeza da destruição, esse caos interno agora desperto dasm profundezas do meu lirismo cego, ébrio e devasso.
Desespero? Que sabes tu do meu desespero, lennavan? Essa boca maldita nunca se cala. Não precisa de voz, ela simplesmente fala."
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28/05 - às 3:00pm
"Tragando minha vida aos poucos, tento escrever versos. Indignos. Talvez esteja procurando algum tipo de redenção, talvez somente procurando meu próprio fim. Então a morte fraqueja ao procurar algum tipo de resistência em mim, ela não sabe que a há muito tempo eu a venho esperando, eu já estava morta antes mesmo que ela desejasse me tocar. Estou entregue à maldição. Se hoje escrevo tormentos, um dia tive amor, não os nego em minha essência: nasci morta. Sempre estive condenada. Minhas palavras tortas vagueiam entre a fumaça, eu sempre estive perdida também. Contemplando esses sentimentos, hoje me entrego à solidão. Não tenho pelo que procurar. A caneta se recusa a escrever meus gritos... sempre tão internos quanto o meu riso, porta de escape das minhas insanidades.
Entrego meu corpo ao demônio, não tenho salvação. Antes a sobriedade pudesse invadir meu pensamento... não escreveria coisas assim...
Eu estou fria.
Traço teu rosto no nada, pudera eu beijá-lo, para que nunca eu tivesse que amaldiçoá-lo.
Entorpecida? Sou eu a droga que te consome... a brasa que queima em teu peito, faz tremer teu corpo...
Eu nunca estive tão a sós com minha mente, no entanto, não a ouço. Ela pede para que eu pare, mas não posso. Se me entrego ao vício é devido à podridão do meu caráter. Nunca tive tanta certeza da destruição, esse caos interno agora desperto dasm profundezas do meu lirismo cego, ébrio e devasso.
Desespero? Que sabes tu do meu desespero, lennavan? Essa boca maldita nunca se cala. Não precisa de voz, ela simplesmente fala."
quinta-feira, 24 de maio de 2007
tired.
Eu estou cansada... simplesmente cansada. A mesma coisa. Sempre. O tempo todo. E isso me irrita tão profundamente...
//le tigre - fake french.
my fake french is hot
you can't make me stop...
//le tigre - fake french.
my fake french is hot
you can't make me stop...
sábado, 12 de maio de 2007
Inside...?
Posso te contar um segredo? Eu desejei profundamente não conseguir me segurar tanto e fazer com que você sofresse... só pelo prazer de te ver sofrer e saber que o motivo sou eu. Eu posso fazer isso. Mas não deveria... mas eu quis. Eu queria magoar você. Isso é imperdoável, né?
Mas... continua doendo. Sabe por quê? Eu continuo me mutilando. Por dentro. Eu estou atormentando à mim mesma. Estou garantindo com que eu sofra mais e mais. Eu quero estar assim? Já não sei. Principalmente pelo fato de eu ser tão doente. As pessoas não entendem. Umas acham isso bonitinho, engraçadinho... acham que eu estou dizendo isso de uma forma superficial ou só por brincadeira. Mas não sabem o quanto eu sou... tão... assim.
"Nesta cidade não havia ninguém.
Na cidade havia casa e janelas iluminadas.
Mas não havia ninguém nas ruas.
Olhei por uma das janelas tinha uma pessoa...
Mas ela estava com um deles. Olhei dentro de outra casa.
E a pessoa também estava com um deles.
Esta cidade é igual a todas as outras.
É divertido estar com um deles,
Mais divertido do que estar com outra pessoa.
Por isso, ninguém mais sai nas ruas.
Não há ninguém nesta cidade.
Eu farei uma jornada. Irei para outras cidades.
Eu queria que alguém me achasse. Alguém só para mim.
Mas, quando esse alguém só meu passar a gostar só de mim...
Será a hora de nossa separação.
Ainda assim eu quero achar alguém só para mim.
Pensando nisso, eu continuo vagando por outra cidade sem ninguém..."
[~ Cidade sem Ninguém - Chobits :}]
//Bando do Velho Jack - Palavras erradas
é, cara. mais uma vez e eu não vou. mais uma vez e eu vou ficar aqui. trancada. aguardando.. esperando pelo quê? nada... simplesmente nada. nem eu sei o que devo esperar.
Mas... continua doendo. Sabe por quê? Eu continuo me mutilando. Por dentro. Eu estou atormentando à mim mesma. Estou garantindo com que eu sofra mais e mais. Eu quero estar assim? Já não sei. Principalmente pelo fato de eu ser tão doente. As pessoas não entendem. Umas acham isso bonitinho, engraçadinho... acham que eu estou dizendo isso de uma forma superficial ou só por brincadeira. Mas não sabem o quanto eu sou... tão... assim.
"Nesta cidade não havia ninguém.
Na cidade havia casa e janelas iluminadas.
Mas não havia ninguém nas ruas.
Olhei por uma das janelas tinha uma pessoa...
Mas ela estava com um deles. Olhei dentro de outra casa.
E a pessoa também estava com um deles.
Esta cidade é igual a todas as outras.
É divertido estar com um deles,
Mais divertido do que estar com outra pessoa.
Por isso, ninguém mais sai nas ruas.
Não há ninguém nesta cidade.
Eu farei uma jornada. Irei para outras cidades.
Eu queria que alguém me achasse. Alguém só para mim.
Mas, quando esse alguém só meu passar a gostar só de mim...
Será a hora de nossa separação.
Ainda assim eu quero achar alguém só para mim.
Pensando nisso, eu continuo vagando por outra cidade sem ninguém..."
[~ Cidade sem Ninguém - Chobits :}]
//Bando do Velho Jack - Palavras erradas
é, cara. mais uma vez e eu não vou. mais uma vez e eu vou ficar aqui. trancada. aguardando.. esperando pelo quê? nada... simplesmente nada. nem eu sei o que devo esperar.
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